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Ele era toda a confusão que eu precisava em minha calmaria,
era toda tempestade que eu queria em meus dias ensolarados.
Ele era o caos que habitava em meu coração,
era o pandemônio que distorcia todas as minhas certezas.

Ele era esse, aquele, o outro,
era todos eles e não era nenhum deles.
Ele era amor, paixão
... uma história do verão.

Almejava cada centímetro do seu corpo,
mas temia o toque de suas mãos.
Era tanto, tanto, mas tão pouco.


Suas gargalhadas eram um som fatal para meu estomago,
fazia-me sentir frio eminente sobre 40 graus.
Cada segundo da personalidade instável que me ofereceu,
pareceu uma eternidade.
Mas o que era tempo, nesse sentimento atemporal.



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