Mais um Pecado

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          O violão em minhas mãos, tocando aquela musica, a música que me faz lembrar, o que não devia o que não poderia, mas isso me distrai o que me tira desse mundo cruel. A arma esta ali, uma única bala, uma única razão, o que fazer? Eu ou você?
          Vá garota, aceite as mentiras, viva a sua vida. Ela tenta, tenta muito ser feliz, é impossível quando há um mal passado a encobrir. E mais uma vez deixo de tocar, esqueço de apreciar a minha música, a arma me chama, a bala pede pela punição, eu ou ele? Eu ou ele? Maldita  duvida cruel, a resposta está aqui, eu sei eu sinto, eu devo ir, mas ainda não chegou a hora, porém não serei só eu a morrer.
      
         O estrondo a bala cravada, o sangue escorrendo, o pequeno garoto implorando.
· por que você faz isso comigo, o que te fiz?
- não permitirei que você cometa esse crime com mais ninguém, por que faz isso? Eu tanto te amei.
- você é louca, por favor, não me mate, eu não sei o que fiz de errado. Perdoa-me...
          Ontem eu o vi, ele a beijava, a agarrava com tanto desejo, com tanto amor, eu não podia deixar isso acontecer, eu tinha que salva-la, então atirei, era a única bala, minha sorte não estava comigo, eu errei, como sou incompetente não consegui o matar, mas agora sei que é minha hora, a água está abaixo, água corrente, eu sei que não irei sobreviver.
          Um susto de repente, a água a minha frente, falta à respiração, por fim a escuridão, ações involuntárias, o que fiz foi em vão, o problema não era ele, o ser que agora será o paraplégico, foi inocente, nada passou alem do meu amor doentio.
          o estrondo o corpo afundando, ela partiu ali... A musica que tocava, que fora sua despedida, pequena criminosa. Não volte mais.


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